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Marina Refur é uma fotógrafa alemã de 28 anos que parece muito com a Florence Welch (vocalista da banda Florence and the Machine). Começou aí minha atração pelas fotos dela, pois, no início – na minha inocência e miopia de 2 graus – achei que era a própria Florence nas fotos. Ops. Ela ficou mais conhecida, principalmente no Flickr, em 2010, quando começou o 365 Days Project.

Uma de suas inspirações é a Laura Makabresku, que já mencionei aqui em post anterior. Não é à toa que sempre há um pouco de melancolia e loucura em suas fotos, deixando-as delicadas e sensíveis. Ela também se inspira em Aela Labbé (que será tema de post em breve, aliás) e Alison Scarpulla. Mas ela gosta de enfatizar que, por mais que ela conheça diversos fotógrafos impressionantes, o que mais costuma inspirá-la na hora de pensar em um ensaio fotográfico é uma música (ela escuta Sigur Ros e Arcade Fire), uma atmosfera, um acontecimento, um cenário – coisas muito mais íntimas de seu dia-a-dia.

Na escolha das modelos, quando não faz auto-retratos, ela procura mulheres que sejam “belamente imperfeitas e assimétricas”, pois ela acredita que a beleza vem da personalidade, não da cor dos cabelos ou dos olhos. Concordo, Marina.

O que mais me deixa perplexa em relação à Marina é que ela não vive de fotografia. É puro hobby. O sonho dela, inclusive, é um dia poder viver de fotografia, principalmente fotografia de Moda.

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Gosto muito das fotos p/b de Marina. Acho que ela consegue, como poucos, dar dramaticidade e leveza às fotos, acertando nos tons do preto e do branco. Sempre que penso em fotos deste estilo, penso em Marina Refur.

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Para quem gosta da conversa técnica, ela usa as seguintes câmeras: Canon EOS 450d, Canon 18-55mm 3.5, Canon 50mm 2.8, Canon 50mm 1.4 e uma Polaroid Image System Camera.

Acesse os links abaixo para ver mais de seu trabalho!

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About The Author

Quase trinta anos, psicóloga de formação, mas escritora de coração. Procuro os detalhes da vida que passam desapercebidos e as bonitezas que ninguém vê. Faço perguntas incômodas porque gosto de uma boa reflexão. Não caminho pelos lugares-comuns e, quando o faço, faço com convicção. Imagino, sonho e penso demais. Falo pouco, mas quando falo, por favor preste atenção.

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